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A APEMETA, foi uma das entidades beneficiárias da Associação Empresarial de Portugal (AEP) enquanto organismo intermédio, para operacionalizar o Programa Formação PME 2008-2010, no âmbito da tipologia de intervenção 3.1.1 – Programa Formação-Acção para PME, do Programa Operacional Potencial Humano (POPH) do QREN 2007-2013. Através deste projecto, a APEMETA obteve os seguintes resultados ao nível de execução física e execução financeira: Indicadores Físicos Nº Empresas apoiadas: 53 empresas (1ª fase – Ano 2009 – 25 empresas ; 2ª fase – Ano 2010 – 28 empresas) Horas de consultoria: 7033 Nº de medidas de consultoria implementadas: 178 Nº colaboradores das empresas que receberam consultoria: 265 Nº de consultores: 90 Horas de Formação: 4700 Volume de Formação: 45.861,50 Nº Total de acções de formação: 136 Nº de Formadores: 94 Indicadores financeiros Orçamento global: 826.245,93 € A parceria entre a APEMETA e a AEP promoveu um forte impacto nas empresas do sector ambiental, nas regiões em que concorreu (Norte e Centro), tendo sido este impacto muito significativo, tanto mais que as 53 empresas que participaram nas duas edições que decorreram, tiveram a possibilidade de potenciar o seu desenvolvimento de uma forma sustentada, tendo algumas delas, para além de vincarem o seu posicionamento no mercado nacional, encetado uma nova dinâmica em termos internacionais. A este novo posicionamento não foi alheio um vasto conjunto de iniciativas complementares, ao nível da internacionalização do sector, levadas a cabo também pela APEMETA. A metodologia que o Formação PME utiliza, MPPO, permitiu uma grande envolvência por parte de generalidade dos colaboradores das empresas participantes, abarcando vastas áreas organizacionais das empresas, cobrindo debilidades que porventura existissem no desenvolvimento das respectivas actividades. O seu despiste na fase de Diagnóstico, permitiu compreender as dificuldades de cada uma das empresas, muitas das quais não perceptíveis no próprio seio das organizações, e das necessidades de apoio em termos de consultoria e formação, o mais alargadas possíveis aos colaboradores das empresas. Nas 53 empresas envolvidas, foi possível articular em termos de formação com 475 colaboradores dessas empresas, num volume de formação global de 45.861,50, incidindo numa vasta área de especialidades, consoante o grau de desenvolvimento de cada uma das realidades empresarias, e dos próprios níveis de formação dos seus quadros. Se, por um lado, e em empresas de menor dimensão, se observou, uma forte necessidade de alguns up-gradings técnicos – especialistas em determinadas áreas que necessitavam de uma complementaridade de formação em conhecimentos envolventes -, verificou-se que nas empresas de maior porte, houve um direccionamento para áreas comportamentais, de gestão do tempo, etc., procurando efectuar um melhor enquadramento dos saberes existentes com uma mais proactiva atitude no respectivo desempenho. Por vezes, existindo uma disfunção comportamental, não se torna possível obter o melhor resultado da aplicação dos conhecimentos detidos. Tendo o sector ambiental um estreito correlacionamento com as tecnologias, as empresas apresentam uma razoável capacidade técnica, com recursos humanos qualificados e de formação superior. Tal, não significa, porém, que ao seu nível comportamental exista um desempenho consentâneo – muitas vezes técnicos muito jovens, com alguma imaturidade conduzem a posicionamentos menos adequados, contribuindo para uma eficiência aquém do esperado. Tratou-se de um aspecto fortemente recomendado nas estruturas dos planos de formação, promovendo uma nova óptica por parte da generalidade dos quadros das empresas no seu posicionamento perante o mercado. Por outro lado, a realidade económico-financeira nessas organizações também suscitou uma incidência importante, não só ao nível da formação como também da consultoria. Em termos da formação, e para além de dotação com mais fortes conhecimentos nessas áreas por parte dos dirigentes das empresas – normalmente pessoas com elevados conhecimentos técnicos, mas com fortes carências em termos de gestão e organização, em particular ao nível económico-financeiro -, houve uma certa incidência na extensão de algumas noções, pelo menos básicas aos restantes membros das equipas técnico-comerciais, com o intuito de os fazer compreender a razão de determinadas exigências, precauções, etc., que tem que ser tomadas no quotidiano das organizações face aos seus clientes, fornecedores, etc. A complementarização existente com a consultoria, teve neste aspecto da gestão e organização, particularidades bastante importantes, que nos foram realçadas não só em termos de uma avaliação do impacto do Programa, mas também ao nível do acompanhamento que a APEMETA foi realizando no percurso das duas edições junto das empresas. A possibilidade que foi dada aos empresários de analisarem uma consultoria direccionada para a sua realidade específica, proporcionou-lhes não só um conhecimento do seu posicionamento, mas também um reforço da formação, realizada à luz dos seus próprios dados económico-financeiros. Houve, assim, a possibilidade de compreender a génese de cada situação em particular – vindo desde a fase de Diagnóstico com uma análise prévia -, com um aprofundamento ao nível da consultoria, acompanhado pela definição das melhores estratégias para cada caso. Esta simbiose de formação-acção, em muito contribuiu para que, em vários casos, tivesse sido possível contornar posicionamentos difíceis – causados essencialmente pela escassez de conhecimentos -, limitando a exposição das empresas a situações embaraçosas para o seu desenvolvimento. O contributo proporcionado pela consultoria não se limitou às áreas económico-financeiras! Da avaliação e acompanhamento que a APEMETA permanentemente operacionalizou, e para além dos dados estatísticos que desde logo são reveladores do forte empenho que existiu nas duas edições em que esta Associação participou com empresas do sector ambiental – 7033 horas de consultoria, envolvendo 159 pessoas, posicionadas aos mais diversos níveis hierárquicos nas organizações envolvidas -, registam-se algumas conclusões importantes: – as áreas com maior incidência em termos de consultoria e formação foram: gestão e organização, com enfoque na área económico-financeira, qualidade, estratégia e desenvolvimento do processo de negócio, marketing e comunicação, tecnologias de informação, internacionalização, gestão comercial; – o enorme aproveitamento que as organizações obtiveram deste processo de consultoria, permitiu-lhes um novo enquadramento e um novo posicionamento em termos do seu relacionamento com o mercado e com toda a envolvente empresarial em que se insere; – as organizações ficaram com valor acrescentado em termos de meios de funcionamento e desenvolvimento da sua actividade. A APEMETA, detendo já uma forte experiencia na gestão desta tipologia de programas – Programas Formação-Acção -, obteve também um forte enriquecimento técnico com a adopção da metodologia MPPO proposta pela AEP. A articulação entre as duas Associações teve um incremento constante na sua operacionalidade, fruto da experiência, do conhecimento das metodologias e do próprio relacionamento pessoal, aspectos que contribuíram para o sucesso que as duas edições obtiveram junto do público-alvo proposto pela APEMETA, e pela forma como os respectivos objectivos foram atingidos. Este programa está ao abrigo do regime de auxílios de Minimis . Mais Informações: Eng.ª Ana Cunha tecnico@apemeta.pt http://www.apemeta.pt