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Numa nota divulgada à imprensa, o Município explica que se trata de um conceito que  pretende “identificar os temas de maior investimento e orientação”, assim como “verificar o grau de execução das agendas previstas”. A comparação entre vários exercícios permitirá “perceber a evolução do investimento municipal em cada um dos 17 ODS”, lê-se na nota.

Conforme refere a CESOP, a realização deste projeto, num orçamento genérico, permitirá a sua generalização para todos os 308 municípios do país, permitindo entender como Portugal vai ganhando a batalha para a sustentabilidade em todas as cidades. Ao mesmo tempo, o estudo no Plano de Atividades permitirá uma análise mais fina, mais customizada e mais adaptada do que acontece em cada município.

“É um projeto inovador e ambicioso, para o município de Guimarães, mas extremamente útil, no enquadramento das políticas públicas municipais com os objetivos do desenvolvimento sustentável”, afirma Sofia Ferreira, vereadora do Ambiente, considerando tratar-se de “um projeto que contribuirá para o desígnio de Guimarães como um território mais resiliente, sustentável e com melhor qualidade de vida, em que se reforce a importância de implementação de ecossistemas de governança multidisciplinares, como aquele que Guimarães tem em curso desde 2014”.

A implementação da Agenda 2030 e dos seus 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável a todos os níveis de governação é uma etapa fulcral para tornar o projeto uma realidade para todos. Assim sendo, toda a reflexão e tomada de decisão dos municípios devem ser sistematicamente enquadradas com as 17 cores dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Ainda neste âmbito, e reforçando o compromisso de Guimarães, o município participou, ontem, num seminário do CESOP – Local, que apresentava como tema “Investimento & Impacto – Alinhar o Orçamento e o Plano de Atividades Municipais com a Sustentabilidade”.

Fonte: https://www.ambientemagazine.com/