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O Plastics Summit – Global Event (PSGE) regressa a Lisboa, a 6 de outubro de 2025, com a ambição renovada de se consolidar como uma plataforma global de debate sobre os desafios ambientais. Promovido pela Associação Portuguesa da Indústria de Plásticos (APIP), com o apoio das suas congéneres espanhola (ANAIP), brasileira (ABIPLAST e ABIEF) e mexicana (ANIPAC), o evento distingue-se pela sua abordagem inovadora e inclusiva, reunindo representantes da indústria, academia, ONGs, media e decisores políticos.
O PSGE distingue-se, antes de mais, pela sua dimensão – a primeira edição, em 2022, contou com a presença de mais de 1000 pessoas e este ano espera-se que acolha entre 1500 a 1750 participantes. Caracteriza-se também pelo facto de ser um “silent meeting” falado em inglês, com tradução simultânea para português, espanhol, francês e, este ano, também mandarim e árabe, alargando assim o alcance internacional do evento.
Ao contrário dos tradicionais fóruns setoriais, o PSGE promove um ambiente de diálogo aberto, mesmo entre vozes críticas à indústria dos plásticos. “O segredo é incluir todos os atores do ecossistema, da produção ao consumo, num ambiente de total transparência”, afirma Pedro Paes do Amaral, Vice-Presidente Executivo da APIP e Diretor Executivo do evento. Diferencia-se também por ter um Comité de Peritos, composto por representantes de todas as partes interessadas, desde a indústria petroquímica aos transformadores, recicladores, operadores de resíduos, a própria comunicação social, sociedade civil, decisores políticos, academia e ONG, muitos dos quais participam ativamente nos vários painéis. Durante o mês de setembro, este grupo de personalidades irá discutir os temas do evento e elaborar uma Declaração de Posição que reflete o consenso comum entre todas as partes interessadas e que será apresentada na COP30 em Belém do Pará (Brasil).
A edição de 2025 traz novidades como o evento paralelo “Women Shaping the Future”, que celebrará a liderança feminina no sector industrial com representantes de vários países e contará também com a participação de representantes de vários sectores, como o do calçado, que discutirão práticas de circularidade intersetoriais
Para além da circularidade, Pedro Paes do Amaral sublinha que a desigualdade regulatória entre a União Europeia e outras regiões do mundo representa um dos maiores obstáculos à competitividade. Segundo o vice-presidente executivo da APIP, as empresas europeias enfrentam exigências legais que não se aplicam noutros continentes. Por isso, é urgente um realinhamento global das políticas ambientais, bem como medidas nacionais para promover a produção e reforçar as infraestruturas energéticas, garantindo fiabilidade e custos competitivos. A criação de um mercado único da energia e dos transportes é também identificada como uma prioridade estratégica.
O PSGE 2025 será também um espaço fundamental para debater a transição energética, a resiliência industrial, a responsabilidade social no sector dos plásticos e a arquitetura regenerativa dos ecossistemas. O objetivo é claro: encontrar soluções sustentáveis em conjunto e promover uma indústria de plásticos mais inovadora, competitiva e alinhada com os desafios globais.
A APEMETA é parceiro institucional do Evento!

Para mais informações e inscrições, consulte o website www.plasticssummit-globalevent.com