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Com cerca de duas décadas de atividade em Portugal, a empresa tem consolidado a sua posição no mercado através da comercialização de equipamentos para recolha de resíduos e limpeza urbana, apostando simultaneamente no reforço do serviço pós-venda e na proximidade aos clientes.
Segundo a responsável, Sónia Santos, diretora-geral, o setor enfrenta atualmente desafios significativos relacionados com a falta de recursos humanos, a necessidade de modernização das operações e o cumprimento das metas ambientais europeias. A dificuldade em atrair profissionais para a atividade da recolha de resíduos e a crescente exigência ao nível da segurança e das condições de trabalho obrigam a uma adaptação constante dos equipamentos e dos processos operacionais.
A inovação tecnológica surge como uma das principais respostas a estes desafios. A digitalização das frotas, a monitorização remota dos equipamentos e a implementação de sistemas de gestão em tempo real permitem aumentar a eficiência operacional, reduzir tempos de paragem e melhorar a capacidade de resposta técnica.
A sustentabilidade dos equipamentos constitui igualmente uma prioridade. A empresa tem vindo a apostar em soluções de menor impacto ambiental, incluindo viaturas elétricas, utilização de combustíveis alternativos e equipamentos concebidos para reduzir consumos, aumentar a durabilidade dos componentes e minimizar a pegada carbónica das operações.
A relação de proximidade com os municípios, principais clientes da empresa, tem sido outro dos fatores diferenciadores. Acompanhamento técnico, formação de operadores, apoio na utilização dos equipamentos e adaptação das soluções às necessidades locais são algumas das áreas que têm merecido maior investimento.
Para a diretora-geral da Terberg Resitul, o futuro da gestão de resíduos passa por uma maior cooperação entre todos os intervenientes do setor, pela valorização dos profissionais da recolha e pela definição de uma estratégia nacional que permita responder aos desafios ambientais e operacionais existentes.
A responsável defende ainda que a gestão de resíduos deve ser encarada como uma missão coletiva, exigindo maior articulação entre entidades públicas, empresas e operadores, com o objetivo comum de melhorar a eficiência dos sistemas, aumentar a valorização dos resíduos e contribuir para a proteção do ambiente.
Num contexto de crescente pressão sobre os sistemas de recolha e tratamento, a inovação, a formação e a colaboração entre os diferentes agentes poderão assumir um papel decisivo na construção de um setor mais resiliente, eficiente e sustentável.
Fonte: Ambiente Magazine
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https://www.resitul.pt/